quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Viagem para a Áustria

Nossa "Viagem para a Áustria", na verdade foi uma viagem para 4 países: Áustria, Eslovênia, Eslováquia e Alemanha.

Fui com a minha mãe para visitar o meu sobrinho que mora em Graz e acabamos cruzando as fronteiras para conhecer os outros países ao redor. Foi uma viagem super tranquila, com muita caminhada e poucos museus. Aproveitamos apenas para curtir as cidades, sem fazer muito planejamento dos passeios e apenas fazendo o que dava vontade naquele momento.

O mapa abaixo mostra a ordem das cidades que visitamos, seja de carro, trem, ônibus ou barco. Voamos de São Paulo para Viena pela Lufthansa, com escala em Zurique, e voltamos ao ponto de partida para pegar o voo de volta, depois de conhecer os nove lugares abaixo:

  1. Bratislava
  2. Graz
  3. Liubliana
  4. Bled
  5. Hallstat
  6. Salzburg
  7. Castelo de Neuschwanstein
  8. Innsbruck
  9. Viena



1. Bratislava (2 dias)

Bratislava é a capital da Eslováquia, mas fica super perto de Viena. Fomos de trem direto do aeroporto de Viena (que demora 1 hora a partir da estação central - Wien Hauptbahnhof) e voltamos de barco pelo Rio Danúbio.

A cidade é lindinha. Possui aproximadamente 400 mil habitantes, mas é muito tranquila e arborizada, além de estar na margem do Rio Danúbio, que torna a vista bem mais bonita. Nem no centro se ouve buzina de carros! As pessoas são bonitas e educadas; a comida é farta e deliciosa. 

Lembrando que a Tchecoslováquia foi formada em 1918, após a Primeira Guerra Mundial e se separou amigavelmente em 1993, 4 anos depois de declarar sua independência da União Soviética. Nasceram assim entre a República Tcheca (quer manteve Praga como sua capital)ve a Eslováquia. Em 2004 os dois países entraram na União Europeia, porém apenas a Eslováquia adotou o Euro como moeda.

O principal ponto turístico da cidade é o Castelo de Bratislava, que fica no alto de uma colina e à noite é lindo iluminado. Não entramos no castelo, mas é bem gostoso caminhar pela área externa e pelo Jardim Barroco, com suas estátuas e canteiros em forma de labirinto.


Ali por perto também visitamos a St. Martin's Cathedral e caminhamos pelas ruas do bairro, com uma vista espetacular do Rio Danúbio e da UFO Observation Tower, uma torre moderna no estilo arquitetônico "casa dos Jetsons", que sustenta uma das pontes. Lá em cima há um observatório e um café com vista panorâmica. 


Não subimos nessa torre, mas caminhamos até a outra margem do Danúbio pela ponte antiga e fomos até a Gothic Franciscan Tower, uma torre de igreja barroca que fica no meio do parque Parque Janka Kráľa. Um passeio bem agradável!



Perto da ponte antiga está o Eurovea, um shopping com várias esculturas interessantes. Passeamos pelo Eurovea shore view na margem do Danúbio e admiramos os prédios residenciais que foram construídos recentemente ali. Me deu até vontade de morar lá!

 

Aliás, as esculturas são um capítulo à parte de Bratislava. Além do famoso Čumil (um trabalhador com a cabeça pra fora do bueiro) e do Soldado de Napoleão, há várias outras espalhadas pela cidade. Que tal procurar por elas e encontrar a sua favorita?



Outro lugar lindo para caminhar de dia e de noite é o Presidential Garden, com seu jardim florido e suas fontes iluminadas. 


Para entrar na Cidade Velha, passamos pelo Portão de São Miguel e andamos pelas ruas cheias de turistas. Conhecemos a Praça Principal e apreciamos os edifícios históricos da cidade.


Por fim, nos despedimos de Bratislava e do Rio Danúbio pegando um barco tipo catamarã de volta a Viena. O trajeto leva 1.5h e é bem gostoso. Há 3 horários diários e o bilhete custa a partir de 42 EUR a tarifa adulto. É importante comprar o ingresso com antecedência no site da Twin City Liner.



2. Graz (1 dia)

Chegamos novamente em Viena, mas ainda não foi desta vez que paramos para conhecer a cidade. De lá, pegamos um de ônibus para Graz e ficamos no apartamento do meu sobrinho, que se tornou nosso ponto de apoio na viagem.

Provavelmente eu não teria conhecido Graz se não fosse por ele. Mas, talvez porque eu não não tivesse nenhuma expectativa, a cidade me impressionou bastante. Portanto, se você tiver tempo vale a pena passar um dia lá. A cidade é linda e, da mesma forma que Bratislava, super silenciosa para uma cidade grande e repleta de áreas verdes. 

Graz possui 300 mil habitantes e é a segunda cidade maior cidade da Áustria, perdendo apenas para Viena. Fica a 200 km ao sul de Viena, muito próxima da Fronteira com a Eslovênia.

Os passeios mais bonitos são o Schloss Eggenberg, um palácio antigo com diversas exposições no seu interior, além de um jardim enorme com vários pavões desfilando elegantemente; e o Schlossberg, outro castelo no alto de uma colina, com uma torre de relógio e vista para a cidade. É possível chegar lá a pé, de teleférico ou pelo elevador panorâmico. Ao descer, os mais aventureiros também podem ir pelo Slide Graz, um tobogã fechado de 170 metros de comprimento que vai do alto da colina até o chão em 40 segundos. 

 

Dali fomos para o centro histórico, com seus prédios antigos e algumas outras curiosidades: o Kunsthaus Graz, um Museu de arte Moderna apelidado de "Friendly Alien", devido ao contraste de sua estrutura com os edifícios ao redor; e o Murinsel, um museu-teatro-restaurante-ilha no meio do Rio Mur.  


3. Liubliana (2 dias)

Depois da Segunda Guerra Mundial, a Eslovênia passou a fazer parte da república socialista da Iugoslávia, que foi dissolvida em 1991 em 6 países: Bósnia e Herzegovina, Croácia, Macedônia, Montenegro, Sérvia e Eslovênia. Liubliana é a capital da Eslovênia e também a maior cidade do país, com quase 300 mil habitantes. 

O centro histórico fica ao redor do rio Ljubljanica, que divide a cidade em duas partes distintas: o lado antigo, com acesso ao castelo, e o lado comercial, mais novo. Caminhar pela suas margens, repletas, cafés, restaurantes e edifícios históricos, já compensa a visita à cidade. Liubliana pra mim foi uma surpresa deliciosa nesta viagem! 

Para chegar lá, alugamos um carro em Graz e dirigimos 2 horas em direção ao sul por estradas verdes e perfeitas. Ao estacionar ao lado da igreja Saint John the Baptist e caminhar até o centro ziguezagueando pelas pontes, já tivemos uma amostra do charme dessa cidade.


O Castelo de Liubliana é um ponto turístico imperdível, que merece algumas horas de dedicação. Fica no alto de uma colina e podemos subir a pé ou por um funicular a partir do centro e da cidade. Dentro da fortaleza, podemos caminhar pelas torres, capelas e edifícios que compõem o complexo do castelo, além de ter uma vista privilegiada de toda a cidade. No pátio, há sempre várias atividades, pessoas vestidas a caráter, lojinhas e exposições. Vimos uma de marionetes interessantíssima. 

 

Ele foi construído no século XV como proteção e também já foi usado como prisão. Além disso, há uma lenda que diz que a cidade era dominada por um dragão que cuspia fogo em seus habitantes a partir das torres do castelo. Por toda a cidade podemos encontrar estátuas de dragões e diversos souvenirs que sustentam essa lenda. Além disso, a lojinha do castelo é uma parada obrigatória e lá podemos encontrar diversos artigos do seu mais famoso prisioneiro, o ratinho Friderik! Não deixe de visitar e gastar alguns Euros em itens fofinhos e exclusivos.   

O ponto mais bonito do centro histórico é a Ponte Tripla que, como o nome diz, são três pontes cruzando o rio Ljubljanica. No entorno, vários edifícios coloridos complementam a paisagem. Outras pontes famosas são a Butcher’s Bridge (com milhares de cadeados presos pelos casais que desejam amor eterno) e a Ponte do Dragão, com várias estátuas do símbolo da cidade. O Mercado Central também é um lugar maravilhoso para almoçar, tomar um café, comprar frutas ou artesanatos locais.


4. Bled

Bled, a segunda cidade mais visitada da Eslovênia, fica a meia hora de carro de Liubliana. Por isso, fizemos um bate-e-volta para não precisar dormir lá. Está situada nos Alpes Julianos, o principal destino de inverno da Eslovênia, e seus principais atrativos são o Castelo de Bled e o Lago Bled. 

Logo que chegamos já demos de cara com um cemitério charmosíssimo e fizemos um passeio pelos seus túmulos, limpíssimos e organizadíssimos. Sempre que visito um cemitério, observo os nomes das pessoas nas lápides, calculo com quantos anos elas morreram e fico imaginando como eram suas vidas, se eram felizes ou por que morreram tão novas... 


A cidade não decepciona e qualquer foto ao redor do lago vira um cartão postal, principalmente quando inclui a igrejinha que fica em uma ilhota no meio do lago. É possível ir até lá de barco, mas quando fomos tinha muito vento e neblina, então decidimos não fazer este passeio.  

Mas também é muito gostoso caminhar pelas diversas trilhas na orla do lago. No Google Maps podemos encontrar diversos viewpoints, como o Lake Bled Viewpoint e o Bled Panoramic Viewpoint que, com certeza, rendem vários clicks instagramáveis.


Já o Castelo de Bled é um castelo medieval do século XII, construído sobre um penhasco com uma vista estonteante para a cidade e para o Lago Bled. Subimos a pé por uma estrada arborizada e descemos pela escadaria que sai perto do lago.


5. Hallstat (1 dia)

Depois da viagem para Liubliana e Bled, passamos mais uma noite em Graz para descansar. No dia seguinte, eu e minha mãe nos despedimos do meu sobrinho e partimos (ainda de carro) para conhecer mais um pouco da Áustria. 

Nossa próxima parada foi Hallstat, uma vila mais que charmosa no coração do país, com suas construções encravadas em uma das montanhas e vista para o enorme Lago Hallstat. 

Você pode procurar em qualquer lista de lugares mais bonitos da Europa que Hallstat vai estar lá! Todos os ângulos da cidade são cenários de contos de fada, seja olhando para o lago repleto de cisnes ou para as casinhas antigas de madeira que dão o charme ao lugar.


Como sempre, passamos o dia apenas caminhando pelas ruazinhas da cidade, lotadas de turistas (principalmente chineses!). Passamos pela praça principal  (Marktplatz), entramos na Igreja Evangélica, com sua torre onipresente, e subimos pelas escadarias que dão acesso à parte m
ais alta do vilarejo. Lá no alto, encontramos mais um cemitério lindinho que me fez pensar que quando eu morrer quero ser enterrada em um lugar com essa vista! 

 


Por fim, subimos por um funicular até o Skywalk, um mirante de 360 metros que oferece vistas panorâmicas do lago e dos alpes austríacos. De lá você também pode aproveitar para visitar a mina de sal andando em um carrinho tipo montanha russa pelos antigos túneis subterrâneos. 



6. Salzburg (2 dias)

Depois de passar o dia em Hallstat, dirigimos 1 hora até Salzburg e dormimos lá, onde ficamos por mais dois dias para conhecer a cidade.

Salzburg respira música clássica. A cidade de Mozart e da Noviça Rebelde possui diversas experiências de jantares, teatros ou concertos para apreciar essa música. Além disso, é possível visitar a casa onde Mozart nasceu (Mozarts Geburtshaus) em 1756, que inclui um museu sobre a vida do compositor austríaco, e também a casa onde ele morou (Mozart-Wohnhaus), também transformada em museu.

Caminhar às margens sinuosas do Rio Salzach é também uma experiência incrível em Salzburg, tanto de dia quanto de noite, quando tudo está iluminado. Na maioria do percurso, a Fortaleza de Hohensalzburg estará compondo a paisagem no topo de uma colina e os Alpes Austríacos estarão ao fundo. 


A Fortaleza é um dos passeios obrigatórios em Salzburg. Chegamos até lá por uma deliciosa caminhada pelo meio do bosque a partir do nosso hotel (Johannesschlössl), muitas vezes parando para apreciar as vistas de tirar o fôlego. 


O castelo é gigante e possui áreas de visitação internas e externas, com várias exposições sobre a história da cidade, fantoches ou itens medievais. Foi construído no século XI, quando a cidade era governada por Arcebispos, que queriam proteger seus poderes. Nesta época, Salzburg era um importante mercado devido às suas minas de sal, que era facilmente escoado e comercializado através do Rio Salzach para outras regiões. Em um mundo sem geladeira, o sal era tão valioso quanto ouro e por isso era chamado de "ouro branco".

 



Ao final do passeio, descemos do castelo até o centro da cidade pelo funicular que leva diretamente até a praça Kapitelpl. Dali caminhamos pelas praças e edifícios maravilhosos, como a Catedral de Salzburg, o Monastério de São Pedro, Domplatz, Residenzplatz, Mozartplatz além de mais um cemitério encantador, o Petersfriedhof. Nos perdemos pelas ruas, cafés e lojas de souveniers até chegar na Getreidegasse, uma rua charmosíssima repleta de lojas, com uma arquitetura peculiar. 



Do outro lado do Rio Salzach fica o Palácio Mirabell (Schloss Mirabell), com seus luxuosos jardins,  que se tornaram famosos devido ao filme "A noviça rebelde" (The Sound of Music). O palácio foi construído no século XVII durante o arcebispado e suas salas já foram palco de vários concertos de Mozart. Até hoje é possível assistir a um concerto de música clássica ali ou, se você tiver muito dinheiro, fazer a sua festa de casamento.


7.  Castelo de Neuschwanstein (1 dia)

Depois de 2 noites em Salzburg, fomos de carro direto para o Castelo de Neuschwanstein, cruzando a Fronteira com a Alemanha. Fiquei o dia inteiro treinando para conseguir pronunciar o nome do castelo, até que desisti. Alemão não é para os fracos. 

Como estava chovendo, desistimos de fazer a trilha para subir o morro do castelo. Paramos o carro em um estacionamento no centro, pegamos um ônibus e depois demos só uma caminhadinha na chuva. Não tínhamos comprado ingresso antecipadamente e acabamos não conseguindo entrar, pois já estava esgotado. Sinceramente, imagino que ele deva ser mais bonito por fora do que por dentro, mas se você realmente fizer questão de entrar sugiro que compre seu ingresso no site oficial. 

Primeiramente, fomos até a ponte Marienbrücke, que permite uma vista privilegiada do castelo. Foi construída em 1845 e tem 90 metros de altura. Mesmo com chuva, a ponte estava lotada de gente e chegou a dar um medinho de altura, pois além de alta, ela é toda feita de aço e o chão estava molhado. 

   

Mas a vista de lá realmente é deslumbrante. Depois fomos até a entrada do castelo e também em outros pontos com vista para a entrada e para a cidade.


Neuschwanstein (que em alemão significa novo cisne de pedra) é provavelmente o castelo mais famoso do mundo, pois foi a inspiração da Disney para criar o castelo da Cinderela. Me lembro que, quando eu era pequena, ajudei minhas irmãs a montarem um quebra-cabeças de 5000 peças com esta paisagem. Este quadro está pendurado na casa da minha mãe até hoje!

Ele fica na região alemã da Bavária, bem perto de Munique, de onde saem as principais excursões para lá. Se você tiver tempo e disposição, há diversas trilhas para chegar lá em cima. Também é possível visitar o Castelo de Hohenschwangau, que pode ser acessado a pé do centro da cidade.

Depois desse dia chuvoso, dirigimos de volta para a Áustria e dormimos em Innsbruck, nosso próximo destino.

 

8. Innsbruck (1 dia)

O dia em Innsbruck também foi chuvoso, o que foi um pouco decepcionante, pois não conseguimos ver os Alpes, que estavam bem ali, atrás das nuvens! Mesmo assim, as águas do Rio Inn estavam verdinhas, complementando o cenário com os edifícios coloridos do fundo.

Mesmo com chuva, caminhamos para apreciar seus edifícios pintados e cheios de estilo, entramos em algumas igrejas magníficas e assim valeu a pena passar o dia nesta cidade.

 

Devolvemos o carro em Innsbruck e pegamos um trem até o nosso último destino antes de voltar para o Brasil.

9. Viena (2 dias)

Viena é uma cidade superlativa. Todos os seus edifícios são imensos, o que sempre me fazia pensar sobre o que acontecia lá dentro. 

O Palácio de Schönbrunn é parada obrigatória da cidade. Compramos o bilhete que dava direito a visitar o interior do palácio, os jardins e o labirinto. O interior é um luxo e conta a história da residência dos Habsburgos por mais de 600 anos. Se você assistiu a série "A Imperatriz", vai lembrar da história do imperador Franz Joseph e da rainha Elizabeth (Sisi). 


  

Os jardins são impecáveis e o labirinto é desafiador. Pensei que não fosse conseguir sair de lá nunca mais!


Já o Palácio Belvedere Foi um Palácio barroco construído No século XVII E hoje Possui é um museu onde estão os principais quadros do pintor austríaco Gustav Klimt (como "O Beijo"). Possui dois edifícios principais, o  Upper Belvedere e o Lower Belvedere, além de um jardim magnífico entre os dois, repleto de fontes e estátuas. Como era nosso último dia de viagem, não tínhamos muito tempo, por isso preferimos não entrar no palácio e apenas desfrutar da caminhada pelo jardins.


Além desses dois palácios, entramos na Igreja de São Pedro (Peterskirche) e na Catedral de Santo Estêvão (Domkirche St. Stephan), assistimos a um concerto de música clássica na Musikverein e passeamos pelos jardins Rosengarten.

Também vale a pena caminhar pelo Rathausplatz, pelo Parlamento Austríaco e pela Heldenplatz para admirar a arquitetura vienense. O Naturhistorisches Museum (Museu de História Natural) e o Kunsthistorisches Museum (Museu de obras de arte) também são dois edifícios suntuosos que ficam um de frente pro para o outro, com a linda Maria-Theresien-Platz entre eles.

E assim terminamos nossa viagem, maravilhadas com tudo o que vimos mas ao mesmo tempo com vontade de voltar pra casa...


Onde ficar

Reservamos todos os hotéis e apartamentos dessa viagem pelo booking.com e todos foram muito bons. 

  • Bratislava: Cinnamon - apartamento bem localizado no centro da cidade, preço bom e dá pra ir a pé para todos os lugares.
  • Liubliana: G&P Villa - fica um pouco afastado do centro mas o apartamento é lindo e super bem equipado. 
  • Salzburg: Johannes Schlöss - localizado em uma mansão antiga no alto de uma colina, tem uma rampa bem íngreme para chegar até lá. À noite, acabávamos pegando um Uber para subir, pois não era recomendado ir de carro para o centro.   
  • Innsbruck: Marktbar Studios - fiquei um pouco decepcionada pois não consegui ver a vista que eu estava esperando, incluída no anúncio. Além do tempo não estar favorável, eu havia entendido que o café da manhã seria em um andar alto, mas era em um bar ao lado e não estava incluído. O quarto era pequenininho mas muito bonito.  
  • Viena: Rioca Vienna - Simplesmente amamos este hotel com o tema carioca. Eu não tinha entendido isso quando fiz a reserva e, chegando lá, fomos atendidas por brasileiros e comemos várias delícias da nossa culinária. Super recomendo e, inclusive, eles têm esse mesmo hotel em várias outras cidades da Europa.